Karla Cassiane Ponfrecki, 19 anos, mãe da menina Nicole Eduarda Ponfrecki Guedes, 40 dias, encontrada morta em uma valeta próxima de casa, em Colombo, na região metropolitana de Curitiba (PR), foi indiciada pela polícia pelos crimes de ocultação de cadáver e falsa comunicação de crime à polícia. As informações é do jornal Gazeta do Povo.

A respeito desse assunto, a pena de morte para casos como este, tenho apenas uma historinha pra compartilhar com vocês que vem a calhar e aconteceu momentos antes de eu ler esta notícia.

Sou aquarista. Há quase um ano venho criando um peixinho que, ao longo do tempo, tornou-se um xodó. É um Pacu Prateado, peixe amazônico, bonitinho, simpático, e com o tempo aprendi a tratá-lo como um amigo.

Recentemente, ao ver o aquário tão vazio sem companhia para meu peixe, comprei um outro, “boca-de-fogo”, que segundo o aquarista que me vendeu não era tão sociável mas não causaria problemas ao Pacu. Hoje, ao olhar pro aquário, vejo o tal peixe novo estraçalhando-o com voracidade.

Pena? Tirei da água e deixei algum tempo sem ar. Se debatendo, bati com ele no mármore da pia do banheiro. Joguei no vaso sanitário e esperei ele reanimar. Não é que ele sobreviveu às pauladas? Com uma boa dose de alvejante, puxei a descarga. Foi passear no esgoto.

Ah, sim, a mulher que matou a filha. Sentiria mais pena do peixe. Monstro. Ah, se eu cruzasse com ela…

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